Sem ponto final

Tínhamos terminado havia alguns meses. Terminamos sem um ponto final. Mas algumas coisas necessariamente não precisam de um ponto final pra terminarem. Elas apenas terminam. Mas sempre temos esperanças, que essas coisas que terminam sem ponto final, tenham uma continuação.

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Ela tirou o dia pra se arrumar

Ela começou com a bagunça na cama, depois resolveu arrumar o quarto. Não contente deu uma geral no carro. Aproveitou e também limpou a bolsa, jogou alguns papéis, brincos sem pares e aquele batom velho fora. Depois fez a unha e arrumou o cabelo. Olhou pra si e percebeu que algo não estava combinando, precisava arrumar a bagunça de sentimentos que ela sentia. Ele fez parte da faxina.

Não se perde o que nunca teve

“Não se perde o que nunca teve”, foi isso que eu disse quando disseram que eu a perdi. Pra perder algo ele tem que ter nos pertencido em algum momento, e, ela nunca me pertenceu, nem quanto esteve em meus braços ela era minha. Ela é dela, só dela e de suas carências tantas vezes satisfeitas por mim, que em boa parte do tempo, fui totalmente dela.

Pra viver intensamente é preciso ter foco

Viver intensamente não é viver cada dia como se fosse o último. Isso é loucura. Viver intensamente é viver cada dia como ÚNICO. É viver o agora sem ligar para o passado. O passado serve de experiência e aprendizado, que nos permite não repetir velhos erros da nossa história. E o futuro? O futuro depende do hoje, e não tem como viver o hoje pensando no amanhã. Pra viver intensamente é preciso ter foco. É ser focado em viver o hoje.